Em um pronunciamento impactante, Sukuma não só lamentou as perdas, mas também denunciou a negligência que ele vê como a verdadeira causa por trás do desastre.
Sukuma não hesitou em apontar para a raiz do problema: uma cultura de descuido e falta de preocupação com as necessidades básicas dos cidadãos moçambicanos. Ele ressaltou que este não é apenas um incidente isolado, mas sim um sintoma de um sistema que falha repetidamente em fornecer as garantias mínimas de segurança e proteção para todos os seus cidadãos.
O músico não apenas apontou o dedo para as autoridades, mas também convocou toda a sociedade civil a assumir sua parte de responsabilidade. Ele argumentou que, como cidadãos, todos têm o dever de exigir um tratamento humano e justo para todos, independentemente de sua origem ou status social.
A mensagem de Sukuma vai além das condolências para as famílias enlutadas. Ele emitiu um apelo urgente para despertar e agir, destacando a necessidade de uma advocacia mais forte, um interesse coletivo mais enérgico e um senso de solidariedade mais profundo.
Este não é apenas um chamado para a mudança, mas uma convocação para uma revolução na mentalidade e na ação coletiva. Sukuma, através de suas palavras poderosas, está liderando o caminho para um Moçambique onde a negligência é confrontada e a responsabilidade é assumida por todos.





















