No cenário agitado das redes sociais moçambicanas, Matilde Conjo, conhecida como a rainha do Pandza, recentemente protagonizou uma reviravolta notável em sua comunicação com os fãs. Essa mudança surgiu após uma conversa polêmica com Rui da Cunha, onde a artista admitiu não falar nenhuma língua nacional, deixando seus admiradores desapontados e gerando debates acalorados entre a juventude moçambicana.
Na mais recente publicação, Matilde Conjo quebrou o silêncio linguístico, iniciando sua comunicação com os fãs usando as palavras: “Namilosa Machaka Imina Matilde Conjo Rainha do Pandza”. Essa escolha revela um esforço visível da artista em se reconectar com suas raízes, mostrando aos moçambicanos sua dedicação em aprender e falar as línguas nacionais.
Os internautas, que anteriormente expressaram decepção com a aparente falta de familiaridade de Matilde Conjo com as línguas locais, agora reagem de maneira positiva e entusiasmada. Comentários como “Até parece chinês, falando sua língua materna, ehh 🤣 Matilde Conjo”, e “Seja bem-vindo a Moz, onde a rainha do pandza não sabe falar a sua língua local kkkkkkkkk” foram substituídos por elogios como “Fala língua materna diva também serve… love u ❤️” e “Vamos valorizar o que é nosso por favor.”
Essa mudança na postura de Matilde Conjo não só surpreendeu o público moçambicano, mas também gerou reflexões sobre a importância de preservar e promover as línguas nacionais. A artista, que há dias não se expressava em nenhum dialeto local, agora se torna uma figura central na promoção da diversidade linguística do país.
No contexto de um mundo cada vez mais globalizado, a decisão de Matilde Conjo em abraçar suas raízes linguísticas é um lembrete poderoso da necessidade de preservar e celebrar as riquezas culturais de Moçambique. Sua atitude não apenas reconecta a artista com seus fãs, mas também destaca a importância da identidade cultural e linguística em um cenário artístico muitas vezes dominado por influências externas.





















