O músico moçambicano Stewart Sukuma revelou que o seu contributo na residência artística internacional “Resistir Para Existir” foi a composição de uma canção, em parceria com Nelton Miranda, a partir de uma letra de Mia Couto. A obra procura traduzir o desejo de superação e valorizar a identidade cultural dos sete países envolvidos no projecto.
O espectáculo final acontece hoje, 12 de Setembro, no Centro Cultural Moçambique-China, em Maputo.
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Durante a conferência de imprensa, Sukuma sublinhou a diversidade criativa reunida no projecto, mencionando nomes como Xixel Langa, entre outros artistas participantes. “Foi um trabalho incrível, e acima de tudo, voltar a trabalhar mais uma vez com o Milton Miranda, que sempre foi meu parceiro nestas lides musicais, é muito gratificante”, afirmou.
A composição tem como base a marrabenta, género emblemático de Moçambique, mas incorpora influências musicais de outros países lusófonos, como Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Angola e São Tomé e Príncipe, tornando-se um mosaico de sonoridades e identidades.
“Eu penso que vocês vão ter a oportunidade de ouvir a música e tirar as vossas ilações. Eu estou feliz com ela, e também com a participação de todos”, acrescentou Sukuma.
A iniciativa faz parte do projecto “Resistência e Afirmação Cultural”, coordenado pela Associação Cultural Scala em parceria com a Khuzula, com apoio do PROCULTURA. Financiado pela União Europeia e cofinanciado pelo Camões, I.P., o projecto reúne jovens criadores dos PALOP-TL e Portugal em oficinas de música, dança, teatro e performance, recriando manifestações artísticas inspiradas nas lutas de libertação e movimentos antifascistas.





















