Noma’s regressa ao hip-hop moçambicano com o álbum “MassengaHomu” após 15 anos de silêncio

Depois de uma longa ausência de 15 anos, o rapper moçambicano Noma’s está de volta aos palcos e ao panorama musical nacional com o lançamento do seu novo álbum intitulado “MassengaHomu”. O trabalho marca não apenas o seu regresso ao hip-hop, mas também o início de uma nova fase artística, carregada de histórias, reflexões e maturidade adquirida ao longo dos anos.

O lançamento oficial do álbum acontece já neste sábado, 26 de abril, a partir das 10 horas, no X Hub – Incubadora Criativa, em Maputo. O evento promete reunir amantes da cultura hip-hop, amigos, fãs e artistas, numa celebração do legado e da renovação de um dos nomes que marcou gerações na cena rap moçambicana.

“MassengaHomu” traz colaborações com vários artistas da nova e velha escola, criando uma ponte entre o passado e o presente. Este novo trabalho é uma espécie de diário musical onde Noma’s partilha a sua visão do mundo, as experiências vividas durante os anos de silêncio artístico e as esperanças que carrega para o futuro.

A expectativa em torno deste lançamento é elevada, não apenas pelo simbolismo do regresso, mas também pela promessa de um conteúdo lírico profundo, fiel à identidade que sempre caracterizou o artista.

Mais do que um simples álbum, “MassengaHomu” representa uma jornada pessoal e artística, uma nova história a ser contada no universo do hip-hop nacional. E para os fãs, a espera de 15 anos parece finalmente ter valido a pena.

Descobre os sabores autênticos da Quinta Nicy – produtos frescos e saudáveis entregues à porta da tua casa.

Recebe 10% de desconto na tua primeira compra.
Visita: https://quintanicy.com/
Quintanicy — O sabor natural da tua celebração.

 

O SEU FORNECEDOR
NATURALMENTE SAUDÁVEL
ACADEMIA IHAPARI
MÚSICA MOÇAMBICANA

Episódio 21 – A educação e a exclusão

Episódio 20 – O tempo dos trabalhadores e das missões

Episódio 18 – “O tempo das vozes baixas”

Episódio 17 – A convivência e o choque

A cidade dividida

Episódio 15 – As resistências esquecidas