Ana Joyce e Twenty Fingers Dividem o Palco na Beira: Encontro Lusófono

No próximo dia 30 de agosto, a Casa dos Bicos, na cidade da Beira, será o cenário de um espetáculo que reúne duas figuras de destaque na música lusófona: Ana Joyce, de Angola, e Twenty Fingers, de Moçambique.

Ana Joyce é uma das vozes mais proeminentes da música angolana. Com uma carreira sólida e vários sucessos que conquistaram fãs tanto em Angola quanto internacionalmente, Ana Joyce continua a ser uma figura influente na música contemporânea.

Twenty Fingers, por sua vez, é um dos nomes mais respeitados na cena musical moçambicana. Como produtor e músico, ele tem sido uma força criativa no desenvolvimento de vários projetos musicais de sucesso em Moçambique. Sua capacidade de mesclar ritmos tradicionais com tendências modernas faz dele um artista único e apreciado no país.

O evento será dividido em duas fases de venda de ingressos. Durante a primeira fase, os bilhetes estarão disponíveis ao preço de 1000 meticais para entrada normal e 2500 meticais para a área VIP. Esta fase inicial oferece uma oportunidade aos fãs para adquirirem ingressos a preços mais acessíveis.

Na segunda fase, que se inicia à medida que a data do show se aproxima, os ingressos terão um preço ajustado: 1500 meticais para entrada normal e 3000 meticais para a área VIP. Os ingressos VIP garantem uma experiência mais exclusiva, incluindo uma melhor localização dentro do espaço do evento.

O show de Ana Joyce e Twenty Fingers promete ser um marco na programação cultural da cidade da Beira, celebrando a música lusófona e a colaboração entre artistas de diferentes países. A Casa dos Bicos, local do evento, é conhecida por receber grandes eventos e deverá ser o palco ideal para esta celebração musical.

O SEU FORNECEDOR
NATURALMENTE SAUDÁVEL
ACADEMIA IHAPARI
MÚSICA MOÇAMBICANA

Episódio 21 – A educação e a exclusão

Episódio 20 – O tempo dos trabalhadores e das missões

Episódio 18 – “O tempo das vozes baixas”

Episódio 17 – A convivência e o choque

A cidade dividida

Episódio 15 – As resistências esquecidas