A cantora Lizha James foi uma das figuras de destaque na abertura da segunda edição do Mozambique Music Hackathon, evento que decorre desde sexta-feira, 22, até segunda-feira, 25 de agosto, na Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade Eduardo Mondlane, na Cidade de Maputo.
O hackathon, que reúne música, tecnologia, empreendedorismo e inovação, insere-se no âmbito do projeto “Construindo com a Música”, financiado pela Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento (AICS) e promovido pela AGAPE ETS, em parceria com o Ministério da Educação e Cultura.
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Nesta edição, participam cerca de 60 pessoas organizadas em 15 grupos, que durante quatro dias irão trabalhar em soluções criativas para enfrentar os principais desafios da indústria musical moçambicana.
Segundo a ECA, o programa inclui conferências sobre direitos de autor, painéis de debate, sessões de hacking intensivo, workshops, momentos de networking e um showcase musical com artistas emergentes e convidados especiais.
Os temas em destaque passam pelo empoderamento feminino, internacionalização dos artistas, turismo cultural e criação de redes profissionais, considerados estratégicos para o desenvolvimento do sector.
As equipas apresentarão os seus projetos no dia 25 de agosto, perante um júri de especialistas nacionais e internacionais. Os vencedores terão a oportunidade de representar Moçambique em eventos de referência mundial, como a Milano Music Week 2025 (Itália) e o Music Imbizo 2026 (África do Sul).
Com a presença de artistas como Lizha James, a iniciativa reforça a ligação entre diferentes gerações de músicos e a aposta em soluções inovadoras para o futuro da música em Moçambique.





















