O humorista angolano Gilmário Vemba viu-se impedido de entrar em Moçambique após desembarcar no Aeroporto Internacional de Mavalane, onde deveria cumprir uma agenda de espetáculos no país. O episódio causou surpresa entre os fãs e leva alguns artistas moçambicanos a manifestarem publicamente o seu apoio ao comediante.
“Meus irmãos moçambicanos, desculpa pelos transtornos… a partir de amanhã os vossos valores serão reembolsados pelos mesmos canais de aquisição. Forte abraço e até quando puder 🙏🏾🙏🏾”, escreveu Gilmário numa nota de esclarecimento e agradecimento aos fãs, partilhada nas redes sociais.
Entre os artistas moçambicanos que reagiram está Fermon Mondlane, que lamentou o episódio:
“Força Gilmário Vemba🇦🇴. Eu, na qualidade de artista moçambicano, lamento profundamente pela situação vivida no nosso aeroporto🇲🇿”, escreveu o cantor.
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O rapper moçambicano Rei Bravo também se pronunciou, partilhando o seguinte comentário:
“Eles sentem prazer em demonstrar medo nos outros 😏 E há quem apoia isso 😏”, expressando a sua frustração com a forma como o caso foi tratado.
O humorista moçambicano Hélder Jantar também se juntou às vozes de solidariedade, dirigindo-se não apenas a Gilmário, mas também aos comediantes Hugo Sousa (Portugal) e Murilo Couto (Brasil), que estariam na mesma programação:
“Em nome de todos moçambicanos, peço minhas sinceras e profundas desculpas ao GILMÁRIO VEMBA🇦🇴, HUGO SOUSA🇵🇹 e MURILO COUTO🇧🇷. Este país🇲🇿 é uma total vergonha, infelizmente vivemos oprimidos até nós como os donos dele. Aliás, nem soubemos se somos mesmo os verdadeiros donos dele💔. Lamentamos pelo sucedido. 😥🙏🏾🙏🏾”
A situação gerou uma onda de comentários nas redes sociais, com muitos cidadãos a pedir esclarecimentos e maior transparência sobre os critérios aplicados nas fronteiras nacionais, especialmente em relação a figuras públicas com histórico de visitas pacíficas e contributo cultural ao país.
Sem apontar culpados diretamente, os artistas reforçam a importância da hospitalidade e da abertura cultural como pontes de conexão entre países irmãos, apelando por um ambiente mais acolhedor e respeitoso para quem vem partilhar arte com o povo moçambicano.






















