DJ Ardiles, um dos pioneiros do Pandza, fez recentemente um apelo aos novos artistas do gênero: é preciso prestar atenção ao que se escuta no mundo.
Segundo Ardiles, muitos dos artistas emergentes no Pandza têm negligenciado uma leitura do cenário musical global, limitando-se a produções que ignoram a evolução dos gostos e sonoridades que dominam as paradas internacionais. Ele relembra que, na fase de criação do Pandza, artistas como Sean Paul estavam no auge e serviram de referência para a introdução de um estilo com sonoridade internacional, mas com base moçambicana.
“A nossa tarefa era fazer uma leitura e trazer para a arena musical nacional um tipo de sabor semelhante, atendendo e considerando a nossa base e a nossa originalidade”, disse.
Apesar de reconhecer a importância e continuidade da exploração dos ritmos tradicionais — com destaque para os sons do Niassa combinados aos drums característicos do Pandza — Ardiles acredita que o gênero pode ir ainda mais longe. Para ele, é essencial manter os critérios de fundação do Pandza, mas com um olhar constante sobre o que se está a ouvir no mundo: será que vivemos uma fase mais smooth ou hard?
Essa leitura, segundo o artista, não é apenas uma estratégia criativa, mas uma necessidade para manter o Pandza atual, competitivo e relevante, tanto no país quanto internacionalmente.
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Com este posicionamento, DJ Ardiles convida os músicos moçambicanos a aliar a autenticidade cultural à inteligência musical global, garantindo que o Pandza continue a evoluir sem perder a sua essência.






















