Fokiss Júnior, com apenas duas músicas a solo, está a fazer o que muitos artistas com discografias inteiras ainda sonham: circular pelo país, subir a grandes palcos e conquistar um público fiel. A sua música “Empoderada Errada” tornou-se um verdadeiro fenómeno. Mas o que está realmente por detrás deste sucesso?
Recentemente, Fokiss Júnior teve a honra de partilhar o palco com o veterano cantor cabo-verdiano Beto Dias, num evento realizado no Coconut’s, onde abriu o espetáculo.
Será que estamos perante o início de uma nova era na música moçambicana, onde qualidade e autenticidade superam quantidade? Ou será apenas um momento passageiro, fruto da viralidade e da sorte?
O que torna uma música como “Empoderada Errada” tão poderosa a ponto de movimentar multidões e abrir portas nacionais? Será o tema? A batida? A entrega do artista? Ou é o reflexo de um público que está à procura de algo diferente e mais próximo da sua realidade?
Num país onde se discute constantemente a sustentabilidade da música, será que Fokiss Júnior encontrou uma fórmula que pode servir de modelo? Ou o seu caso é exceção à regra?
Quantos artistas com talento semelhante estão a lutar no anonimato por falta de oportunidade ou visibilidade? Será que o nosso sistema artístico é justo e aberto a novos talentos? Ou ainda está preso a favoritismos e nomes consagrados?
E mais: que papel jogamos nós, como público, na ascensão ou queda dos nossos artistas? Estamos a apoiar o talento ou apenas a seguir modas?
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Fokiss Júnior pode estar a abrir um novo caminho. Mas que caminho é esse? E estamos prontos para o seguir?






















