Lizha James, uma das maiores divas da música moçambicana, voltou a marcar presença num dos palcos mais simbólicos da valorização cultural africana — o Festival Makoti. Com uma carreira que atravessa gerações e fronteiras, Lizha partilhou o palco com grandes mulheres da cultura do continente, reafirmando o seu papel como voz activa na promoção da identidade africana.
A artista expressou o seu orgulho nas redes sociais, sublinhando a importância de participar num evento que dá visibilidade à diversidade e riqueza cultural africana, especialmente num momento em que, segundo ela, “nossa cultura é marginalizada”. Para Lizha, a experiência foi mais do que uma actuação: foi um acto de resistência, inspiração e renovação de compromisso com a valorização do que é genuinamente africano.
“Nossa Cultura é Rica. Nossa Cultura é valiosa. Nossa Cultura é nossa identidade. É responsabilidade de todos resgatar esta identidade.” – escreveu Lizha James.
Com estas palavras, Lizha James não só exalta a importância de preservar os valores culturais, como também lança um apelo colectivo: a necessidade de proteger e promover a cultura africana como parte integrante da luta por dignidade, representação e autoafirmação.
O Festival Makoti, conhecido por reunir talentos femininos africanos nas artes, música e dança, foi mais uma plataforma onde Lizha demonstrou o seu talento, carisma e, sobretudo, a sua ligação profunda com as raízes moçambicanas.
Com uma carreira sólida e influente, Lizha James continua a usar a sua voz para muito além da música — como um instrumento de empoderamento, afirmação cultural e inspiração para as novas gerações.
O seu testemunho no Festival Makoti é mais um capítulo de uma história marcada pela paixão por Moçambique e pela defesa da cultura africana.
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