Gasso Franco Introduz Pandza em Portugal com o Lançamento de “Expumou”

Diretamente de Portugal, Gasso Franco apresenta sua mais recente proposta musical no gênero pandza com o lançamento do single “Expumou”. Conhecido por sua contribuição ao gênero Kizomba, o cantor agora volta suas atenções para o pandza, um estilo que marcou o início de sua carreira e no qual ele alcançou grande sucesso.

Gasso Franco, que atualmente reside e desenvolve sua carreira na Europa, traz uma nova perspectiva ao gênero pandza com seu lançamento mais recente. “Expumou” é uma homenagem ao estilo que, no passado, lhe trouxe reconhecimento no mercado musical. Entre os sucessos que marcaram sua trajetória no pandza estão “Ti Vi” e “Amor Chines”, que ajudaram a cimentar sua reputação como um dos artistas proeminentes do gênero.

O retorno ao pandza é um reflexo da versatilidade e do domínio musical de Gasso, que continua a explorar novas fronteiras e a oferecer ao seu público uma variedade de estilos e sonoridades. O single “Expumou” vem acompanhado de um videoclipe que complementa a proposta musical, proporcionando uma experiência visual e sonora envolvente.

A decisão de lançar “Expumou” em Portugal destaca a crescente influência de Gasso Franco no cenário musical europeu e seu compromisso em manter vivas as raízes culturais do pandza. Com este lançamento, ele reafirma seu papel na evolução e popularização do gênero, trazendo uma nova energia e inovação para seus fãs.

Enquanto os amantes da música aguardam ansiosos para ouvir e ver o novo trabalho de Gasso Franco, a expectativa é alta para o impacto que “Expumou” terá no mercado musical e na continuidade de sua carreira internacional.

O SABOR QUE ENCANTA
Facilita as tuas compras
O SEU FORNECEDOR
NATURALMENTE SAUDÁVEL
ACADEMIA IHAPARI
TV DIGITAL
DESPORTO NACIONAL
MÚSICA MOÇAMBICANA

Episódio 21 – A educação e a exclusão

Episódio 20 – O tempo dos trabalhadores e das missões

Episódio 18 – “O tempo das vozes baixas”

Episódio 17 – A convivência e o choque

A cidade dividida

Episódio 15 – As resistências esquecidas