O futuro Tecnológico Africano

Mundo de tecnologia: Uma oportunidade para o futuro de jovens africanos

Jovens no Uganda estão a desenvolver sistemas de inteligência artificial para gigantes tecnológicas mundiais. Mas os especialistas alertam para o baixo preço pago pelo trabalho por empresas como a Google e a Microsoft.

Sama é uma das inúmeras novas start-ups que desenvolvem software e sistemas de inteligência artificial (IA) para grandes empresas de tecnologia. É como uma versão africana de Silicon Valley, um conhecido cluster tecnológico na Califórnia, Estados Unidos da América. 

A lista de clientes da Sana elenca empresas como a Google, Ford, Walmart, Sony, BMW, Ebay, Microsoft e NASA. Sama também trabalha para a Meta, dona do Facebook, Whatsapp e Instagram.

A Sama foi fundada por Leila Janah, uma empresária norte-americana que morreu de doença em 2020, aos 37 anos. Ela era filha de imigrantes indianos e aluna de estudos africanos. A start-up abriu as primeiras filiais na Índia em 2008 e mais tarde no Quénia.

Em 2019, a Sama expandiu-se para Kampala. Depois do Quénia, o Uganda é hoje o segundo país mais importante em África para esta empresa. O primeiro escritório da Sama foi instalado em contentores próximos ao campus universitário de Gulu, a maior cidade do Norte do Uganda.

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